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Resultado do Concurso da Caixa Economica Federal 2008

Veja o Resultado do Concurso da Caixa Economica Federal 2008 e o Concurso, não deixe de conferir os gabaritos das provas. Muita gente fez o concurso e estão na espectative de obter uma boa classificação. Confira os resultados e boa sote.

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Sobreviventes de um acidente nos Andes, pensam em comer carne humana

Sobreviventes do acidente com um avião na cordilheira dos Andes confessam: chegaram a pensar em comer carne humana para não morrer.

Um avião cai numa região montanhosa. Os sobreviventes ficam isolados de tudo e de todos. Com frio, fome e sem socorro. Chegam a pensar em comer carne humana para sobreviver.

A história dramática, ocorrida em 1970 e que virou filme, voltou a acontecer agora. Também na Cordilheira dos Andes.

Uma operação arriscada: o vento sacode o helicóptero da Força Aérea chilena e põe em perigo o resgate dos passageiros de um avião que caiu na Cordilheira dos Andes.

Os sobreviventes passaram cinco dias e quatro noites isolados praticamente sem comida, beberam água extraída da neve, suportaram temperaturas abaixo de zero e temeram pelo pior.

O resgate foi bem sucedido. Dos dez ocupantes do avião acidentado, nove viveram para contar a história.

“Demorou um pouco, achamos que não ia ser daquela vez. Mas aí o helicóptero voltou. Fiz uma força mental, que nunca tinha feito na vida, para atrair a atenção dos militares: que venham, que se aproximem. Que venham, que se acerquem”, conta o engenheiro elétrico Omar Villegas, um dos sobreviventes.

Era para ser uma viagem simples, entre Puerto Montt e Junta, cidades da região sul do Chile, separadas por pouco mais de 200 quilômetros. O avião, um turbo hélice, saiu em um sábado, há duas semanas, e deveria fazer o trajeto em 1h15. Mas a 19 quilômetros do destino, veio o desastre.

O comandante da 3ª Brigada Aérea, general Hugo Peña, diz que foi muito difícil localizar o avião. A fuselagem, branca, no meio da neve, confundia as equipes. Além disso, ele afirma, o tempo na região é traiçoeiro: muda de repente e pega de surpresa até os pilotos mais experientes.

O general Peña conta que os acidentes são freqüentes na região: um avião cai a cada ano e meio, dois anos. E normalmente, as equipes de busca encontram os ocupantes mortos, quando encontram o avião.

Por isso, para ele, a operação de resgate do dia 11 de junho foi especial: nove sobreviventes. Apenas o piloto, Nelson Bahamondes, com 65 anos e mais de 40 anos de profissão, não resistiu. Sofreu uma forte pancada na cabeça. Morreu dois dias depois do acidente.

Omar Villegas conta que quando ele e os companheiros perceberam que o piloto tinha morrido, foi um choque. Entraram no avião e ficaram calados. “Percebemos que era esse o nosso destino”, ele lembra.

Refugiado da cidade de Chaitén, que dá nome ao vulcão que entrou em erupção em maio, Villegas tomou seu segundo susto em pouco mais de um mês.

O modelo do avião que caiu na montanha é um Cesna Grand Caravan, com capacidade para dez passageiros, além do piloto. Como é um avião pequeno e que faz trajetos curtos, a legislação dispensa a figura do co-piloto. Mas no dia do acidente, um dos passageiros estava sentado no lugar do co-piloto e viu como tudo aconteceu. Nós conseguimos conversar com ele.
 
Miguel Almonacid, de 29 anos, pai de quatro filhos, mora em um sítio. Ele conta que as condições de vôo não eram boas e que, de repente, pioraram com chuva e neve. Miguel diz que se lembra de ter gritado ao piloto para ter cuidado.

Em seguida o avião caiu. Omar, que estava mais atrás, diz que não houve nem tempo para a posição de emergência, aquela da cabeça entre as pernas, porque a asa esquerda já batia contra as árvores.

Omar se lembra que mesmo gravemente ferido o piloto dava instruções aos passageiros. Até momentos antes de morrer, dizia o que eles tinham que fazer para se proteger do frio e para serem avistados pelo resgate.

“Antes de morrer, ele pediu que lhe fechassem a boca, nada mais”, lembra Miguel, que era amigo do piloto.

Com o passar dos dias, além do frio, os sobreviventes começavam a enfrentar outro problema: a fome.

Omar tentou comer grama, mas desistiu, era simplesmente intragável. Água havia, do gelo que se acumulava ao redor do avião. Mas para tentar se aquecer um pouco, só havia uma opção. O engenheiro conta que durante três dias bebeu a própria urina. “Era o que havia de quente”, ele diz. “Não tínhamos uma cozinha, não era um piquenique”.

Quando amanheceu o quinto dia na montanha gelada, alguns passageiros começaram a pensar em uma solução dramática para a fome. Miguel conta que tinham decidido comer a carne do piloto, porque a fome era insuportável.

Perdidos e desesperados, eles lembraram do drama famoso acontecido há 36 anos, quando o avião que levava uma equipe de rugby uruguaia caiu, também nos Andes. Sobreviventes comeram carne humana. Em uma entrevista ao fantástico em 1996, um dos 16 passageiros que escaparam contou que a decisão foi difícil, mas inevitável.

“Não tivemos escolha. Você está em uma situação limite”, diz ele.

“Justo no dia em que íamos fazer isso, fomos localizados por um dos helicópteros da Força Aérea. Se isso não tivesse acontecido, talvez naquela mesma tarde teríamos começado a comer o corpo do piloto. Eu sei que não era minha hora, nem minha vez… Esse dia, sábado, 7, não era o meu dia”, conta Miguel.

Fonte: www.globo.com

Nota:

Ontem vimos uma reportagem sobre alguns tripulantes de um avião que caiu nos Andes no Chile e que ficou vários dias sem se alimentar e a última alternativa deles era comer a carne do piloto que havia morrido a alguns dias, a fome era tão intensa que eles pensaram por fim em comer a carne de um ser humano. Isso aconteceu a alguns dias atrás, mas sabemos de uma história verdadeira de um caso parecido a vários anos atrás onde os sobreviventes realmente comeram a carne dos que iam morrendo. Esse ato terrível do ser humano ocorreu diante de uma necessidade extrema pela sobrevivência. Infelizmente hoje se come de tudo, desde minhoca, rato, cobra, e algum tempo já temos notícias de pessoas que comem feto humano na China e em Taiwan. Na antiguidade as civilizações tinham essas praticas por causa de suas crenças, até pouco tempo existiam os Canibais que comiam carne humana. 

Não existe necessidade desses atos nos paises que estão fazendo isso. São obras malignas que se iniciaram a milhares de anos e que permanecem até hoje e crê-se que continuará até que o mal seja extinto.

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Cientistas nos EUA identificam gene que causa câncer

Cientistas do Instituto do Câncer da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, identificaram um novo gene responsável pelo desenvolvimento de vários tipos de câncer, publicou a Agência Fapesp. Denominados RBM3, o gene e sua proteína podem ser encontrados em todas as fases de muitos tipos de câncer, e a quantidade de proteínas aumenta com o desenvolvimento da doença. O RBM3 é vital para a divisão celular nas células normais.

Segundo o estudo, o aumento da quantidade dessa proteína, que provoca uma divisão descontrolada das células cancerosas, é causado pelos baixos níveis de oxigênio nos tumores. Segundo a Agência Fapesp, a proteína contribui para que a doença se prolifere mais rapidamente no organismo humano, evita a morte celular e integra o processo responsável pela formação de novos vasos sangüíneos que alimentam o tumor. A RBM3 também é responsável pelo aumento de tumores do cólon.

A equipe de cientistas agora procura desenvolver agentes capazes de bloquear a proteína em diferentes tumores. O artigo foi publicado na revista Nature.
AE

AE

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Barriguinha e o coração

Qual é a relação entre a popular barriguinha que a maioria dos brasileiros ostentam e o coração? Esta gordura que não conseguimos segurar com os dedos, que não sai com lipoaspiração, com massagens,  nem faz dobrinha quando sentamos, está dentro do abdomen. É a obesidade visceral, que se acumula quando abusamos do álcool, das carnes gordurosas, do açúcar, e da farinha de trigo refinada. Ela compromete o funcionamento do fígado, do pâncreas, do intestino, aumenta os triglicerídeos e triplica o risco de se tornar diabético.

Não é característica dos obesos. Qualquer pessoa gorda ou magra pode ter este depósito de gordura estocado e todas correm o risco de ter também pressão alta, derrames, aterosclerose e doenças cardíacas, por causa desta gordurinha. Uma boa notícia para quem quer se livrar desta gordurinha incômoda que compromete os órgão vitais, é que ela sai mais rápido que a outra, a que faz dobrinha. Basta  se exercitar!

Caminhadas  em ritmo acelerado, durante 30 minutos diariamente, não precisa correr,  é o suficiente para perder peso e diminuir a circunferencia abdominal, que não deve ultrapassar 90 cms para os homens e 80 cms para as mulheres.

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Remédio contra câncer de mama reduz mioma, indica pesquisa

Uma nova perspectiva para o tratamento dos miomas uterinos pode surgir de uma pesquisa do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo. O inibidor de aromatase - medicamento complementar indicado para o combate ao câncer de mama - mostrou-se eficaz na redução dos tumores uterinos benignos.

Foram acompanhadas 20 mulheres, entre 35 e 45 anos, com volume uterino maior que 300 cm3. Um útero normal tem no máximo 90 cm 3. Durante 90 dias, as pacientes receberam o medicamento que inibe a ação da enzima aromatase - que transforma a testosterona em estrogênio e hormônio responsável pelo crescimento do mioma. O estudo constatou, nas pacientes tratadas com o inibidor de aromatase, a redução de até 30% do tamanho dos miomas.

Pelo tamanho dos tumores encontrados, essas mulheres eram candidatas à histerectomia - procedimento cirúrgico para a retirada do útero, diz o médico Nilo Bozzini, coordenador do Laboratório de Mioma Uterino do HC. Após o tratamento, o volume dos miomas voltou a crescer, mas a retirada do útero não foi mais necessária. “No HC, recebemos casos em que a histerectomia é necessária, mas muitas vezes são pacientes jovens que ainda querem ter filhos”, diz Bozzini.

Os medicamentos utilizados hoje para o tratamento dos miomas induzem a um estado de menopausa “transitória”. Isso causa desconfortos característicos dessa fase, como o surgimento de ondas de calor, secura vaginal, irritabilidade, dores nas articulações e insônia.

De acordo com os resultados preliminares do estudo do HC, o tratamento com inibidor de aromatase não apresentou esses sintomas, o que anima os médicos quanto à utilização futura do medicamento. Bozzini ressalta que nenhuma medicação existe como única alternativa para esse tipo de tratamento e, certamente, o inibidor de aromatase não vai fugir à regra. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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